Persistência Leve
Define-se como persistência, a informação que "vive" fora do programa que a criou. É largamente utilizado em sistemas de grande porte e de alta complexidade, por exemplo, GUI que necessitam armazenar preferências dos usuários nas diversas invocações dos programas, em aplicações web, etc.
A persistência leve, consiste no armazenamento e recuperação de dados, com o mínimo esforço de programação. Por exemplo, utilizando-se serialização, estamos implementando persistência leve, pois na serialização é feita a persistência de objetos java diretamente em arquivos com esforço mínimo, mas de robustez mínima, se comparado com outros mecanismos disponíveis de persistência.
Mecanismos de Persistência
Os desenvolvedores necessitam realizar persistência dos seus objetos e são muitas as opções: JDBC, Serialização, JDO, Ferramentas de Mapeamento Objeto/Relacional. Em meio a tantas opções, surge a pergunta: Por que JPA? Pra quê mais um framework??? Abaixo fazemos um comparativo e tentamos chegar as respostas.
- Serialization é muito fácil de usar, mas muito limitado também. Faz persistência dos objetos em arquivos ou os envia pela rede, mas não trabalha com grandes volumes de dados. Não possuem nenhum suporte a integridade e nem acesso concorrente aos dados, ou seja, não é nenhum pouco recomendável, pois não suporta as operações mais triviais de persistência de dados.
- Utilizado pela maioria dos desenvolvedores, a API JDBC manipula dados persistentes em bancos de dados relacionais. JDBC cobre muita das carências encontradas na Serialização: com ela é possível tratar grande volumes de dados, possui mecanismos de integridade dos dados, suporta acesso concorrente, e tem uma sofisticada linguagem de consulta em SQL. A desvantagem da JDBC é a grande dificuldade encontrada na sua utilização. O paradigma relacional usado pela JDBC não foi desenvolvido para armazenar objetos, e por esta razão somos forçados a abandonar a programação orientada a objetos e diversos trechos do código.





